O ano de 2011 para a diretoria do Sindicato dos Trab. nas Indústrias de Alimentação de Jaboticabal e Região

Bebidas

Logo no primeiro de fevereiro, houve uma reunião preparatória na Federação da Alimentação, em São Paulo, para elaboração da pauta de reivindicações do setor de Bebidas.

Em 17/03 houve a primeira rodada de negociações entre os sindicatos dos trabalhadores e o Sindicato Patronal do setor. Nesta oportunidade, a bancada patronal ofereceu somente a aplicação do INPC, ou seja, 6,36% de reajuste, o que foi imediatamente recusado pela bancada profissional.

Em 29/03 ambas as bancadas voltaram a se reunir para a 2ª rodada de negociações. A bancada patronal ofereceu desta vez, 6,83% de reajuste. Proposta essa mais uma vez recusada pelos sindicatos dos trabalhadores.

A 3ª rodada aconteceu em 12/04, desta vez com vitória para a categoria. Aumento de 7,40% sendo 1,02% de aumento real.    


Carnes e Derivados

No dia 09/02, houve reunião para preparar a pauta do setor de Carnes,na Federação em São Paulo.

A 1ª rodada ocorreu em 13/04 com oferta de reajuste de 6,5%, prontamente recusado pela bancada profissional, ficando agendada a 2ª rodada para 27/04.

Nesta data, a bancada patronal ofereceu a mesma porcentagem anterior, o que causou revolta nos sindicatos dos trabalhadores presentes.

Na 3ª rodada, em 12/05 a bancada patronal ofereceu os mesmos 6,5% e mais 0,5% a serem aplicados a partir de 01/10 o que gerou vários protestos da parte da bancada profissional presente.

Em 24/05 nova tentativa, porém com mesma proposta. Na oportunidade, o Sindicato Patronal foi avisado que partiríamos para manifestações e greves.

Isso gerou preocupação na Bancada Patronal e em 01/06 enviaram uma proposta de 9% de reajuste e mais algumas conquistas, aceitas pelos sindicatos.

Os aumentos reais foram de 5,99% para empresas com até 50 trabalhadores e 2,44% para empresas com mais de 50 trabalhadores.

Doces e Conservas

Em 29/03 houve reunião para elaborar a pauta de reivindicações do setor.    
       
Em 03/05 houve a 1ª rodada de negociações, onde a Bancada Patronal ofereceu 6% de reajuste, recusados pela Bancada Profissional.

Na data de 10/05 o Sindicato Patronal ofereceu 7% de reajuste, mais uma vez recusados pelo Sindicato dos trabalhadores.

A 3ª rodada aconteceu em 18/05 e a Bancada Patronal ofereceu 7,5% de reajuste, recusado também pela Bancada Profissional.

Em 24/05, aconteceu a 4ª rodada, porém o Sindicato Patronal não ofereceu nada mais do que na última rodada.

No dia 07/06 o representante patronal procurou a Federação e ambos entraram num acordo, por  9% de reajuste e mais alguns benefícios.

O aumento real foi de 2,34%.

Rações

A reunião para preparação da pauta de reivindicações do setor ocorreu em 09/02.  
       
Em 28/04 ocorreu a 1ª rodada de negociações onde a Bancada Patronal ofereceu somente a aplicação do INPC e os sindicatos presentes recusaram imediatamente a proposta, dizendo que somente a aplicação da inflação era um absurdo e que queriam aumento real.

A 2ª rodada aconteceu em 17/05 e foram oferecidos 6,8% de reajuste, mais uma vez recusados.

A nova rodada aconteceu em 20/05 e foram oferecidos 8% de reajuste, aceitos pela bancada profissional. O aumento real foi de 2,37%.

Usinas de Açúcar

A reunião para preparar a pauta de reivindicações do setor ocorreu em 22/02.

Em 26/04 houve a 1ª rodada de negociações a bancada patronal ofereceu irrisórios 90% do INPC do período, ou seja, 90% da inflação, causando revolta na bancada profissional.

Na data de 03/05 houve a 2ª rodada, os patrões ofereceram 100% da inflação, mais uma vez recusados pelos sindicatos.

Na 3ª rodada, no dia 10/05, o Sindicato Patronal ofereceu 6,5%, proposta rejeitada pelos sindicatos dos trabalhadores e o que desencadeou várias assembléias em usinas de todo o estado, como na Vale do Rosário, Usina Continental e Zilor.

Em 25/05 chegamos a um acordo com o Sindicato Patronal. 8% de reajuste e aumento real de 1,4%.

Frios

Em 30/05 ocorreu a 1ª rodada de negociações do setor, quando a Bancada Patronal ofereceu 6,5% de reajuste, que foram recusados pelos Sindicatos dos Trabalhadores.
Na 2ª rodada em 09/06 houve a proposta de 8,5% aceitos por todos os presentes. O aumento real foi de 1,87%

Plúrimo

Em 20/06 houve reunião preparatória da pauta de reivindicações do setor, onde ficaram decididos algumas cláusulas como aumento real de 6%, PLR, cesta básica ou vale compra de R$ 150,00, etc.

A 2ª reunião preparatória foi em 05/07.

Já estão acontecendo várias manifestações como na empresa Tofana, em Jaú, Pepsico e Kraft Food do Brasil em Piracicaba.

A data base do setor é somente em setembro, mas as movimentações já estão bem agitadas.

Panificação e Confeitaria

O setor de Panificação teve a 1ª rodada de negociações ocorrida em 18/11 (sexta-feira) em Ribeirão Preto, às 9:30hs. Silvano esteve presente, mas as partes dos trabalhadores e do sindicato patronal não chegaram a nenhum acordo. Em 25/11 ocorreu outra rodada de negociações, também em Ribeirão Preto, onde chegou-se a um acordo de 9% de reajuste. Foi conseguida uma cesta básica mensal no valor de R$ 31,00. O aumento real foi de 1,59%.

É importante salientar que em todas as reivindicações não pedimos somente aumento real no piso, e sim PLR, cesta básica ou ticket alimentação, aumento do adicional noturno, etc.

O Sindicato sempre está presente na grande maioria das rodadas de negociação, sendo a voz dos trabalhadores da região presente frente à frente com os patrões. Portanto, é importante que todos os trabalhadores participem das assembléias para poderem reclamar, dar suas opiniões e dizer quais são as melhorias que todos querem.

As vezes, o Sindicato escuta reclamações em relação a demora para se chegar a um acordo com os patrões sobre o reajuste e demais cláusulas.

Só existe essa demora, com várias rodadas de negociações para que possamos brigar por um aumento maior e mais digno.

Seria melhor então, por exemplo, deixar os usineiros em 26/04 dar somente 90% da inflação (ou seja, 5,80%) aos trabalhadores? Não foi melhor esperar até 25/05 e ter os 8% de reajuste? Mesmo porque, o reajuste sempre é pago retroativamente ao mês da data base.

O Sindicato espera poder contar sempre com seus associados, porque vocês com certeza, podem sempre contar com o Sindicato.






 
 
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